Mini-entrevistas
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José Maria Dias da Cruz é um dos poucos artistas que deixou sua marca na história da pintura brasileira do século XX. Filho de Marques Rebelo, conviveu com mestres como Iberê Camargo, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti, e foi discípulo de Cézanne, tendo lecionado na prestigiosa EAV - Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e no MAM-Rio. Com o artista francês, descobriu existir um universo entre uma cor e outra, e um cinza infinito, sempiterno, que reside em todas elas. Seu estudo transcende a pintura: busca nas outras artes o invisível. Sua vida segue a luz: busca em Florianópolis sua perfeita incidência. O último livro de José Maria, publicado em 2009 'O cromatismo cezanneano', acaba de ganhar uma resenha pelo site paulacajaty.com, e suas obras se espalham pelos acervos de museus de arte moderna brasileira e pelos melhores ateliês de galeristas nacionais e internacionais. Como ele reconhece, pode-se aprender mais pintura lendo-se poesia. Como eu sinto, também se pode ouvir mais o poema, contemplando-se uma bela pintura. Com a palavra, o artista.




























